sexta-feira, 20 de setembro de 2013

CAMPANHA INTERNACIONAL POR DIREITOS E REPARAÇÃO (Versão Sionista não é conhecida pelos países capitalistas e new comunistas)

CAMPANHA INTERNACIONAL POR DIREITOS E REPARAÇÃO (Versão Sionista não é conhecida pelos países capitalistas e new comunistas)

CAMPANHA INTERNACIONAL POR DIREITOS E REPARAÇÃO

Em 6 de junho de 2005, lideranças judaicas de nove países concordaram em participar da Campanha Internacional de Direitos e Reparação para garantir os direitos dos antigos refugiados judeus dos países árabes. Representantes dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, Bélgica, Itália e Israel foram à reunião em Paris; os representantes do México e da Austrália participaram por meio de teleconferência.

Nesse encontro, convocado pela Organização Mundial dos Judeus dos Países Árabes (OMJPA) em parceria com a Justiça par Judeus dos Países Árabes (JJPA), foi alcançado um consenso a respeito de elementos importantes da campanha proposta, incluindo: o duplo objetivo da educação pública e da compilação de testemunhos; e a coordenação de programas que teriam como alvo governos, mídia, organizações judaicas, sinagogas e escolas judaicas em todas as comunidades da diáspora judaica. A campanha será lançada no fim de 2006.

A Campanha Internacional de Direitos e Reparação irá registrar e publicar as violações em massa dos direitos humanos sofridas pelos judeus sob os regimes árabes (isto é, assassinato, prisão e detenção arbitrária, tortura, privação de cidadania, apreensão de propriedade, etc.) e documentar a ampla perda de posses individuais e em comum. Uma vez coletada, essa documentação será catalogada e preservada por uma unidade especial no Ministério da Justiça de Israel, estabelecido para organizar a base legal e factual necessárias para reivindicar os direitos dos judeus deslocados dos países árabes.

http://www.judeusdospaisesarabes.com.br/campanha.htm

Em 1948 temos 848.000 arabes judeus expulsos de paises arabes, com assassinatos, destruição de centenarias sinagogas contra 750 mil arabes que fugiram de suas casas documentariamente comprovados através do Jornal Em 19/2/1949, o jornal jordaniano Filastin noticiou: “Os países árabes incentivaram os palestinos a deixarem suas casas, temporariamente, para liberar o caminho para a invasão dos exércitos árabes”.
Em 08/06/51, o jornal libanês Al Hoda (publicado em Nova Iorque) anunciou:” O secretário-geral da Liga Árabe, Azzam Pasha, deu um conselho de amigo aos árabes da Palestina, dizendo-lhes que deixassem suas terras, casas e propriedades e, ficassem, temporariamente, em países irmãos vizinhos, senão as armas dos exércitos invasores árabes os matariam em grande quantidade”.

A versão sionista não é conhecida devido ao lobby judaico ser pro palestina (invensão imperialistas de reinos e ditaduras. Já Palestina é em homenagem ao poco grego Filisteus, pois foram os primeiros imperialistas europeus no oriente médio, portando quem defende a palestina defende o imperialismo europeu histórico), pois o catalismo necessita do petróleo árabe para controle do mercado mundial.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

José Saramago deveria se perguntar também como seu pais divide o mundo, escraviza, matam e colonializam sem nunca pedir desculpa pelos crimes que cometeram, explorando, roubando, sugando e contra o povo nativo tupi-guarani, Jês, etc... nunca houvi desculpas? os verdadeiros dono dessa Terra chamada Pindorama e não Brasil assim como Palestina é um nome imperialista de origem Grega em nome do imperialismo helenista e europeu!!! Um sionista que sai de Pindorama e deixa essa terra para o verdadeiro dono como erroneamente denominados de índios deve ser conclamado de justo, pois para os judeus sua terra natal é Israel e não outra e sua capital é Jerusalem e não Aélia Capta como será chamada a capital dos palestinos já que Roma denominou Palestina em cima da judeia escravizando os judeus e para humilhá-los em homenagem ao povo grego, europeu e imperialistas helenistas mudaram também seu nome Jerusalem para Aelia Capta mas devemos lembrar isso para os palestinos se querem mudar o território assim como o mudaram de Pindorama para Brasil mas que seja 100% e não meia boca porq para esquecer que pindorama existe devemos esquece-la por completo sem deixar rastro de sua existência judaica. Nunca ouvi nada a respeito mas se alguém poder dizer que estou errado gostaria? não escondo meu rosto atras de bandeiras! alias não acredito em bandeiras!

Judaismo e Comunismo site palestino Radio Islam

Comunismo e Judaísmo

 

"Jesús y Marx fueron judíos y lo que hace Marx es modernizar el espíritu mesiánico del judaísmo, prometiendo la salvación en este mundo. La profecía de su 'Manifiesto Comunista' es la salvación secular del pueblo elegido (la clase trabajadora) que ha de ser liberado de su cautiverio en Babilonia ( la explotación capitalista) por la ira de Jehová (la revolución) para instaurar aquí el reino de los cielos (la dictadura del proletariado). El redentor es el revolucionario; Satanás, el capitalismo; su pueblo elegido, el proletariado; y su Iglesia Católica, apostólica y romana es el Partido Comunista, apostólico y moscovita. Es como traer a Dios a la Tierra, con juicio final y apocalipsis incluídos". (Pablo Huneeus, sociólogo chileno)
O que se pretende sustentar, resumidamente a seguir, dificilmente costuma ser digerido com facilidade pelo senso comum. Essa tese polêmica é a de que o comunismo moderno nada mais é do que um subproduto do judaísmo. Seu caráter é intrinsecamente judaico, suas bases filosóficas provêm do judaísmo, sua ação política, propaganda e patrocínio, direta e indiretamente, igualmente, derivam incontestável e majoritariamente dos judeus.

Tratemos de início da origem do comunismo moderno. O comunismo moderno foi desenvolvido por Moses Levy Mordecai, ou melhor, simplesmente Karl Marx... Marx teve um grande professor rabino comuno-sionista de nome Moses Hess. Este rabino foi fundador e editor do Rheinische Zeitung, o principal órgão de pensamento de esquerda na Alemanha. Ele proveu Karl Marx com sua primeira importante plataforma. Mais tarde, em Bruxelas, ele colaborou com Marx em A Ideologia Alemã. Foi Hess também quem converteu Friedrich Engels ao comunismo, provavelmente também ao judaísmo.

Conheçamos então um pouco do pensamento de Hess que tanto influenciou Marx. Seu trabalho principal, as autoridades concordam, foi “Roma e Jerusalém” (traduzido por Meyer Waxman e publicado nos Estados Unidos em 1945 pela Block Publishing Co.). Nele, Hess declarou que o “Judaísmo não tem outro dogma senão ensinar a Unidade” (página 44) “… os Rabbis nunca separaram a idéia de um mundo futuro da concepção do reino Messiânico. Naimanides insiste … sob a identidade do … ‘mundo vindouro’ com o reino Messiânico”. (página 46)

De fato, há uma inegável filiação entre o determinismo marxista e o messianismo judaico presente no Talmud, pois um é o caminho para o outro, de modo sutil, oculto, e principalmente estratégico, pois se serve de um pretenso espírito de justiça para manipular as massas rumo ao seu objetivo: a utopia, a sociedade sem classes, impossível de se realizar, sempre culminando com a ereção de uma elite. Seu caráter místico, portanto, seduz os gentios ao engano para o domínio de uma elite messiânica:

"Os sofrimentos da mãe Sião estão em trabalho para parir o Messias — sem metáfora, o povo Judeu". (Ver Talmud, Kethuboth 111a) Em palavras mais claras significa que eles são literamente isso; eles são o "Messias," diz o Talmud.

Uma passagem do Talmud, no Sanhedrin 98b registra exultantes palavras dos Fariseus rabbis: “Os Judeus estão destinados a se fartar nos dias do Messias”. Uma nota de rodapé declara que “os Israelitas, tendo caído, foram substituídos no poder pelos Gentios — mas em sua recuperação, será difícil remover os Gentios de sua posição sem infligir muito sofrimento”. E também que:

“Os anos de abundância que o Messias conduzirá serão aproveitados pelos Israelitas”.

A história é testemunha do sofrimento imposto às populações que viveram sob governos socialistas e os seus milhões de mortos durante um único século.

Sobre a influência judaica em Marx e sua doutrina, até mesmo o insuspeito Paul Johnson em sua “História dos Judeus” declara:

“Apesar da ignorância de Marx em matéria de judaísmo como tal, não pode haver dúvida quanto a suas características judaicas. Como Heine e todos os outros, sua idéia de progresso foi profundamente influenciada por Hegel, mas sua maneira de ver a história, como uma força positiva e dinâmica na sociedade humana, governada por leis férreas, uma Torá de ateu, é profundamente judaica. Seu milênio comunista arraiga-se fundamente no pensamento apocalíptico e no messianismo judaicos. Sua idéia do domínio era a de um catedocrata. O controle da revolução ficaria nas mãos da inteligentsia da elite, que tinha estudado os textos, compreendido as leis da história. Eles formariam o que ele chamava “a gerência”, o diretório. O proletariado, “os homens sem substância”, eram apenas o meio, que devia obedecer. Como o escriba Esdras, ele os tinha na conta dos “ignorantes da lei”, a simples “gente que habitava a terra”.

“Também a metodologia de Marx era inteiramente rabínica. Todas as suas conclusões tinham origem apenas em livros. Nunca pôs o pé numa fábrica e rejeitou a oferta de Engels de levá-lo a uma.” (p. 359)

...

“Despida de sua documentação espúria, a teoria de Marx de como a história, a classe e a produção funcionam, e se desenvolverão, não é essencialmente diversa da teoria luriânica cabalista da Idade Messiânica, em especial tal como emendada por Natan de Gaza, até um ponto em que pode compreender quaisquer fatos estranhos. Em resumo, não é de qualquer forma uma teoria científica, mas obra de inteligente superstição judaica”. (p. 360)

Os próprios documentos judaicos sugerem isso claramente.

Em 4 de abril de 1919, o Jewish Chronicle estampou: “Há muito no fato do próprio bolchevismo, no fato de que muitos judeus são bolchevistas, no fato que os ideais do bolchevismo na maioria dos pontos são consoantes com os mais magníficos ideais do judaísmo”.

O panfleto “Judeu e Não-Judeu”, proposto pelos Judeus Reformistas da “União das Congregações Hebraicas Americanas” e sua “Conferência Central de Rabbis Americanos” afirma que:

O Socialismo foi originado pelos Judeus; e hoje os Judeus representam um papel principal em sua difusão e interpretação”. (página 30)

O comunismo de fato é judaísmo e ele se apóia no sistema místico da cabala, que propõe basicamente idéias de um homem despido de preconceitos e a harmonização dos opostos.

Karl Marx chamou o "En Sof" por um nome ainda mais pomposo, "materialismo dialético", a idéia de comunhão entre Deus e o homem … que foi adotada da Cabala … não somente que a Deidade influencia os atos do homem, mas também que o homem exerce uma influência na vontade e temperamento da Deidade. Todo ato e palavra do homem produz uma vibração correspondente nas esferas mais altas. Dessa concepção é derivada a prática principal do princípio do Hasidismo - comunhão com Deus para o propósito de unir a fonte da vida e influenciá-la .…" (Enciclopédia Judaica - 1905)

O rabino Stephen S. Wise, o pai do judaísmo reformista, confirma:

"Alguns chamam isto de Marxismo - eu chamo isto de Judaísmo." (Declaração do rabino Stephen S. Wise In: "The American Bulletin", 15 de Maio de 1935.)

Ele foi o fundador do Congresso Judaico Americano e seu Presidente de 1924 em diante. Ele “comprometeu-se” com os anarquistas Sacco e Vanzetti, com o dinamitador comunista Tom Mooney, com a Fundação de Religião Nacional e Trabalho, retratando cartuns ateístas e distribuindo o Toward Soviet America, do comunista William Z. Foster.

Seria possível enumerar ainda uma lista de judeus comunistas da espessura de uma lista telefônica. Apenas alguns nomes principais: Karl Marx, V.I. Lenin, Trotsky, Zinoviev, Yuri Andropov, Lazar Moiseyevich Kaganovich, Matvei Berman e Naftaly Frenkel (fundadores dos campos Gulag), Sergei Eisenstein, Nikolai Bukharin, Bela Kun, Olga Benário, Rosa Luxemburgo e por aí vai...

Convém, agora, falar um pouco sobre o notório envolvimento na revolução bolchevique e na formação de uma elite judaica na Rússia.

É um fato bem conhecido que os bolcheviques foram financiados por interesses judaicos no Ocidente.

Um dos principais conspiradores judaicos planejando comunizar a Rússia foi Jacob Schiff, que se tornou presidente da enormemente poderosa casa bancária judaica de Nova Iorque dos Kuhn, Loeb and Co.

Do registro laudatório de Jacob Schiff, no Registro Comunal Judaico (Kehillah) de Nova Iorque, de 1917-18, do Kehillah do qual foi um membro do Comitê Executivo, está declarado ali que: “Em 1873, ele retornou à Europa onde ele manteve conexões com algumas das casas bancárias-chefe da Alemanha” e “a empresa do Kuhn-Loeb & Co. derramou os grandes empréstimos de guerra Japoneses de 1904-5, que fizeram possível assim a vitória japonesa sobre a Rússia …”

O último parágrafo vangloria-se que “o Sr. Schiff tem sempre usado sua riqueza e influência nos melhores interesses de seu povo. Ele financiou os inimigos da Rússia autocrática. [Isso foi escrito em 1918, depois que a revolução Bolchevique se assentou] … e usou sua influência financeira para manter as relações da Rússia com o mercado financeiro dos Estados Unidos”. É declarado que “todas as facções da Judiaria” abençoaram-no por isso.

Outros que colaboraram com a revolução russa foram os banqueiros Felix M. Warburg e Paul M. Warburg do Kuhn, Loch & Co., parceiros de Jacob Schiff, irmãos de Max Warburg de Hamburgo, Alemanha, o homem vingativo no poder com o Kaiser, que canalizou fundos para Lênin e Trotsky durante a Primeira Guerra Mundial, a fim de minar e destruir o Governo Russo.

Conforme revelam os Documentos do Departamento de Estado norte-americano, o levante revolucionário e os créditos bancários estiveram todos disponíveis em 1914, citando especificamente o Diskonto Gesellschaft e o Deutsch Banks nessa conspiração de 1914. Em 23 de Fevereiro de 1915, é relatado o trabalho da revolução, com os “trabalhos de W [Warburg] principalmente de Estocolmo”, onde estava o Judeu Ira Nelson Morris, Embaixador norte-americano de julho de 1914 até 1922. O “Sindicato dos Industriários do Reno” avisa o Nya Banken em Estocolmo e os representates de Estocolmo de dois dos dirigentes judeus dos bancos “D” da Alemanha que estão prestes a dar dinheiro à propaganda revolucionária contra a Rússia.

Como resultado, de uma ação que culminou com a derrubada do governo russo, de um total de 502 cargos de primeiro escalão na organização e direção da revolução comunista russa e na direção do Estado soviético, nada menos do que 459 postos foram ocupados por judeus!

O documento 861.00/1757 do Departamento de Estado dos EUA enviado em 02 de maio de 1918 pelo cônsul americano Summers em Moscou relata “predominância judaica no governo soviético, sentimento anti-judaico crescendo entre a população.” O documento 861.00/2205 do cônsul Caldwell em Vladivostock em 05 de julho de 1918 descreve, “cinqüenta por cento do governo soviético, em cada cidade consiste de judeus do pior tipo”.

Questionar-se-á, como é óbvio, como os judeus, estando em posição econômica privilegiada, como é sabido, iriam incentivar o comunismo, sistema econômico dentro do qual estariam todos reduzidos à igualdade material: judeus e não-judeus?

A resposta é que tanto nos bastidores quanto ostensivamente eles representam a elite do movimento, e que a utopia segue sendo ilusória porque irracional e anti-natural, mas útil e perfeitamente condizentes com os ideais secretos talmúdicos.

Portanto, é perfeitamente aceitável que o judaísmo talmúdico seja o progenitor do comunismo moderno.



Ativistas Judeus Criaram o Comunismo

Por Rev. Ted Pike



Enquanto o projeto de lei de ódio de perseguição federal de Cristãos encontra-se perigosamente no Comitê Judiciário do Senado, a JudaicaForward diz que a maioria da comunidade Judaica Americana se mobilizou para que ele passasse. Eles estão pressionando o Presidente Bush não para honrar sua promessa aos evangélicos para vetá-lo. (Verhttp://www.truthtellers.org/alerts/jewspressurebush.html - Jews Pressure Bush to Sign Hate Bill)

Você pode perguntar, "Qual o problema? Os Judeus são um 0,5% da população Americana. O que eles podem fazer?"

Muito. Uma população Judaica de exatamente essa percentagem trouxe o comunismo à Rússia. O sistema mais assassino e anticristão que o mundo já conheceu (tendo levado à inanição ou massacrado mais de 150 milhões) foi de forma preponderamente inspirado e criado por uma minúscula minoria de Judeus.

Encyclopedia Judaica (Socialismo, p. 418) francamente aponta que os "Judeus foram proeminentemente identificados com o moderno movimento Socialista desde seu início." "Socialismo científico," ou o que nós chamamos de comunismo, diz a Encyclopedia Judaica Universal em seu artigo sobre o socialismo, "originado na combinação de sentimento Messiânico Judaico com filosofia Alemã" [1] Marx, obviamente, era Judeu. Mas, tão importante, Judeus em todos os níveis, desde altos financistas como os Warburgs, Schiffs e Rothschilds até rudes revolucionários como Trotsky, Kamenev, Sverdlov e Zinoviev, tornaram possível o sucesso do comunismo.

Gary Allen em seu livro None Dare Call It Conspiracy, pp. 68-75, ocupa-se daqueles financistas-chave Judeus, especialmente Max Warburg na Alemanha e Jacob Schiff na América, que forneceram milhões para armar e subsidiar revolucionários Judeus retornando à Rússia sob a liderança de Trotsky. Schiff, chefe da firma bancária internacional de Kuhn, Loeb and Co. (agora Chase Manhattan) foi particularmente influente. Citando o New York Journal-America de 03 de Fevereiro de 1949 pelo livro de Allen: "Hoje é estimado pelo neto de Jacob, John Schiff, que o velho derramou cerca de $20,000,000 para o triunfo final do Bolchevismo na Rússia." (Lembre-se, que foi quando um salário comum para trabalho duro adulto era de vários dólares por dia.) [2]

Judeus nos Contam que o Comunismo foi Judaico

Vamos facilitar esse assunto controverso introduzindo algo suave, tantalizando ainda citações desde o artigo da autorizada Encyclopedia Judaica sobre o Comunismo.

O movimento e ideologia Comunista representaram uma parte importante na vida Judaica, particularamente nos anos 20 e 30, e durante e depois da Segunda Guerra Mundial. Judeus individuais representaram um papel importante nos primeiros estágios do Bolchevismo e do regime Soviético. A grande atração do comunismo entre os Russos, e posteriormente também, no Ocidente, a Judiaria emergiu somente com o estabelecimento do regime Soviético na Rússia.

Quão envolvidos estiveram os Judeus? Ele continua por admitir que a contra-ofensiva "anti-Semita" dos exércitos Brancos Russos em 1918 "dirigiu a massa da juventude Judaica Russa ao interior dos postos do regime Bolchevique." A massa da juventude Judaica. Isso significa que a maioria de todos os Judeus Soviéticos era comunista. Judeus, dizem, descobriram uma grande oportunidade no interior do Bolchevismo, "ocupando muitas posições responsáveis em todos os ramos do partido e na máquina do Estado em assentos centrais e locais do poder." (pg. 791)

Bolchevismo se tornou uma causa Judaica conforme:

Muitos Judeus por todo o mundo julgavam o conceito Soviético da solução à "questão Judaica" como uma aproximação ao Comunismo e apoio da União Soviética, desta forma parecia a muitos Judeus ser a única alternativa, e tendências Comunistas se tornaram dispersas em virtualmente todas as comunidades Judaicas. Em alguns países, os Judeus se tornaram o principal elemento nos partidos legais e ilegais Comunistas e em alguns casos eram mesmo instruídos pelo Comunismo internacional para mudar seus sonoros nomes Judeus e posar como não-Judeus, a fim de não confirmar a propaganda de direita que apresentava o Comunismo como uma conspiração estrangeira Judaica. (pg. 792)

Comunismo: ­ Uma Herança Judaica

O artigo então continua a enumerar quem desses muitos eram realmente Judeus (a maioria com nomes Gentios Russos). Aqui encontramos a maioria dos gigantes do Comunismo Soviético, nomes que nós memorizamos em cursos de história na faculdade como os chefes da Revolução, sem sonhar que eles eram Judeus. Mas tornar certa sua identidade Judaica é muito importante aos editores da Encyclopedia Judaica, que não é endereçada aos Gentios. É claro que os editores querem que a juventude Judaica de hoje esteja ciente de sua herança comunista. Para esse fim, eles não somente nunca criticam qualquer coisa tendo a ver com o Comunismo, mas sempre descrevem-no como um experimento sincero e conveniente com as maiores vantagens sociais para os Judeus na Rússia. Muitos Judeus Bolcheviques, pessoas que ajudaram a tornar possível o regime mais sangrento na história do mundo, são dignificadas com um artigo separado.

Tendo em mente que os Judeus representavam somente aluns por cento da população Russa naquela época, a desproporção dos Judeus na hierarquia do partido é corroborada a seguir:

Durante a Revolução, os Judeus representaram uma parte importante nos órgãos do partido. O politburo eleito em 23 de Outubro de 1917 tinha quatro Judeus entre seus sete membros. O Comitê Militar Revolucionário, apontado para preparar o golpe, foi encabeçado por Trotsky e tinha dois Judeus entre seus cinco membros. Nos primeiros anos do regime Soviético, os Judeus estavam em muitas das principais posições no governo e na máquina do partido (página 797, 98)

Assim, 57% do Politburo no auge da Revolução era Judeu, bem como 40% do Comitê Militar Revolucionário. Em meu vídeo “The Other Israel” eu mostro uma foto das Primeiras Pessoas do Comissariado. Seus cinco membros são todos Judeus. (Ver, http://www.youtube.com/watch?v=pm3lVncNFyA vídeo no YouTube sobre The Other Israel)

Anti-Comunismo. . . ou Anti-Semitismo?
Tendo nos informado anteriormente que por causa do "anti-Semitismo" a "massa da juventude Judaica" foi compelida a integrar as filerias Bolcheviques, a Judaica continua a inadvertidamente clarificar por quê os nativos Russos eram tão tendentes a atividades "anti-Semitas". O artigo diz que movimentos voltados à liberdade (chamados "tendências nacionalista centrífugas") entre o quase escravizado povo Russo "inspirou o regime a utilizar massas compactas Judaicas nessas áreas como um contrapeso, que oscilaria a balança na preferência centralista do regime." (pg. 798)

Em outras palavras, "a massa da juventude Judaica" em todas aldeias remotas da Rússia se tornou "massas compactas Judaicas", cuja tarefa era forçadamente impor e manter a escravidão comunista sobre povos amantes da liberdade. Os Judeus e a populaça Russa estavam trancados em uma batalha de morte pela sobrevivência e o futuro da Rússia. Não é de maravilhar que os Russos Brancos despertassem em fúria, até o ponto de liquidar seus opressores? Quem não teria feito o mesmo?

Foi nessa época que o próprio Lênin declarou pena capital para qualquer Russo que criticasse os Judeus ou identificasse os líderes Judaicos com nomes Russos como Judeus.

O Anti-Semitismo foi estigmatizado como sendo contra-revolucionário por natureza, e pessoas participantes de pogroms ou instigando-os foram declarados criminosos (por um decreto especial publicado pelo Conselho dos Comissários em Julho de 1918, assinado e pessoalmente emendado por Lênin até tornar mais agudo seu tom). Uma declaração contra o Anti-Semitismo feita por Lênin em Março de 1918 foi posta em um registro fonográfico, para ser usada em uma campanha de massa contra a incitação contra-revolucionária contra os Judeus. (pg. 798)

Registros da Inteligência Aliada
Durante esse período, serviços de inteligência por todo o mundo livre estavam murmurrando com relatos do envolvimento Judaico no Comunismo. Posto que uma impecável fonte Judaica, a Encyclopedia Judaica, tem largamente nos convencido da importância dos Judeus para o sucesso do Comunismo, vamos brevemente considerar uma pequena parte do testemunho disponível de uma variedade de fontes de alto-nível. Eu apresentarei cada qual sem comentários, mas note como freqüentemente eles descrevem a liderança Bolchevique em muito mais altos números do que a Encyclopedia Judaica, freqüentemente até o nível de uns 90 por cento.

Relatório das forças Expedicionárias Americanas à Sibéria de 1º de Março de 1919. Capitão Montgomery Schyler, falando de eventos seguintes ao declínio do Primeiro Governo Provisório, diz que:

Essas esperanças foram frustradas pelos ganhos graduais em poder dos mais irresponsáveis e socialistas elementos da população, guiados pelos Judeus e outras raças anti-Russas. Uma tabela feita em Abril de 1918 por Robert Wilton, o correspondente do London Times na Rússia, mostra que naquela época havia 384 "commissários" incluindo 02 Negros, 13 Russos, 15 Chineses, 22 Armênios e mais de 300 Judeus. Do último número, 264 vieram para a Rússia dos Estados Unidos desde a queda do governo Imperial.

Capitão Schyler então fornece uma reflexão pessoal:

É provavelmente imprudente dizer isso em voz alta nos Estados Unidos, mas o movimento Bolchevique é e tem sido desde seu começo guiado e controlado por Judeus Russos do tipo mais sujo, que haviam estado nos Estados Unidos e ali absorveram tudo das piores fases de nossa civilização sem ter a menor compreensão do que nós realmente entendemos por liberdade. [3]

O Cônsul Geral em Moscou (Summers) ao Secretário de Estado, Moscou, 02 de Maio de 1918:

Predominância de Judeus no governo local Soviético, sentimento anti-Judaico crescendo entre a população, que tende a respeitar os Alemães vindouros como salvadores. [4]

Relatório do Departamento de Estado dos EUA, Relações Exteriores, 1918, Rússia, Vol. 11, p. 240:

Cinqüenta por cento do governo soviético em cada cidade consiste de Judeus do pior tipo, a maioria dos quais anarquistas. [5]

O Relatório da Scotland Yard ao Secretário de Estado da América, de 23 de Julho de 1919:

Há agora evidência definitiva que o Bolchevismo é um movimento internacional controlado pelos Judeus; comunicações estão passando entre os líderes na América, França, Rússia e Inglaterra, com uma visão voltada para uma ação combinada. [6]

Extrato do Relatório do Mensageiro da Holanda em Petrogrado em 06 de Setembro de 1918, mandado por Sir M. Findlay, em Christiana, ao Sr. Balfour:

Eu considero que a imediata supressão do Bolchevismo é o maior assunto hoje diante do mundo, nem mesmo excluindo a guerra que está ainda se intensificando, e a menos que, como mencionado anteriormente, o Bolchevismo seja arracando em sua raiz imediatamente, está obrigado a se proliferar de uma forma ou outra sobre a Europa e todo o mundo, conforme é organizado e trabalhado pelos Judeus que não têm qualquer nacionaldiade, e cujo objetivo é destruir pelos seus próprios fins a existente ordem de coisas. [7]

Sr. Aleston ao Lord Curzon, remetendo o Relatório do Cônsul em Ekaterinburg de 06 de Fevereiro de 1919:

Do exame de várias testemunhas entre operários e camponeses, eu tenho que evidenciar o efeito que a muito menor percentagem desse distrito era pró-Bolchevique, a maioria dos trabalhadores simpatizando com pedido de Assembléia Constituinte. Testemunhas adiante declararam que os líderes Bolcheviques não representavam as classes trabalhadoras Russas, a maioria dos quais sendo Judeus. [8]

O Rev. B.S. Lombard ao Lord Curzon, 23 de Março de 1919:

Eu fiquei por dez anos na Rússia, e fiquei em Petrogrado durante toda a revolução. . . .Eu tive ampla oportunidade de estudar os métodos Bolcheviques. Ele se originou na propaganda Alemã, e foi e está sendo realizado por Judeus internacionais. . . .Todos negócios ficaram paralisados, lojas foram fechadas, Judeus se tornaram possuidores da maioria das casas de negócios, e cenas horríveis de fome se tornaram comuns em regiões do país. [9]

Sir Winston Churchill, escrevendo no Illustrated Sunday Herald de 08 de Fevereiro de 1920 concorda com o testemunho anterior.

Não há necessidade de exagerar a parte representada na criação do Bolchevismo e na atual produção da Revolução Russa por esses internacionais e pela maior parte dos Judeus ateístas. É certamente uma muito grande parte; provavelmente pesa mais que todos os outros. Com a notável exceção de Lênin, a maioria das figuras principais são de Judeus. Demais a mais, a principal inspiração e poder dirigente vêm dos líderes Judeus.

Mas para ser justo, deixe os Judeus terem a palavra final – palavras escritas depois de milhões de "goyim" já terem sido massacrados na Rússia. Citando do American Hebrew de 08 de Setembro de 1920:

A revolução Bolchevista na Rússia foi obra de cérebros Judaicos, de insatisfação Judaica, de planejamento Judaico, cujo objetivo é criar uma nova ordem no mundo. O que foi executado em tão excelente forma na Rússia, graças aos cérebros Judaicos, e por causa da insatisfação Judaica, e pelo planejamento Judaico, deverá também, através das mesmas forças mentais e físicas Judaicas, se tornar uma realidade por todo o mundo.



Notas:

1. "Socialismo," p. 584.

2. O Registro Comunal Judaico de Nova Iorque, 1917-18, confirma o interesse de Schiff em subverter a Rússia Imperial, "A firma de Kuhn-Loeb & Co. afogou os grandes empréstimos da guerra Japonesa de 1904-5, tornando assim possível a vitória Japonesa sobre a Rússia. . ." (p. 1018). "Sr. Schiff sempre usou sua riqueza e sua influência nos melhores interesses de seu povo. Ele financiou os inimigos da Rússia autocrática e usou sua influência financeira para sustentar a Rússia através do mercado monetário dos Estados Unidos." (p. 1019) (Isso foi escrito depois que a Revolução Bolchevique se tornou um fato consumado.)

Em acréscimo às considerações do direto envolvimento de Schiff em financiar os Bolcheviques, o relatório de três volumes do Departamento de Estado dos EUA sobre o estabelecimento do Comunismo na Rússia,Documentos Relacionados às Relações Exteriores dos Estados Unidos, 1918, publicado em 1931, Vol. 1, (p. 371-376) conta através de relatórios da inteligência e correspondência interceptada como os bancos Alemães controlados por Judeus, sob a influência de Max Warburg, originou, mesmo já em Fevereiro de 1914, um sistema para a dispersão de grandes pagamentos a Lenin, Trotsky, e outros em suas tentativas de derrubar o Czar. O sindicato foi instalado com ". . .muitas relações fechadas e absolutamente secretas estabelecidas entre bancos Filandeses e Americanos," bem como casas bancárias em Estocolmo e Copenhagen, que eram ativos intermediários entre a alta finança Judaica no Ocidente e revolucionários no interior da Rússia.

Esse Relatório do Departamento do Estado foi compilado sob a administração Hoover e desde então desapareceu de ativa circulação. Reproduções de salientes passagens dele, porém, são apresentadas emThe Jewish Religion: Its Influence Today, de Elizabeth Dilling.

3. "Forças Expedicionárias Americanas, Sibéria," Relatório da Inteligência Militar do Capitão Montgomery Schyler, Arquivo Nacional, 1º de Março de 1919. Desclassificado, 21 de Setembro de 1958, pp. 2-3.

4. Incluído nas Relações Exteriores, 1918, Rússia, Vol. 1, Dept. de Estado dos EUA, 1931, file No. 861.00/1757, p. 518.

5. Ibid., Vol. 2, p. 240.

6. Scotland Yard, "A Monthly Review of the Progress of Revolutionary Movements Abroad," 16 de Julho de 1919. Desclassificado, Dept. de Estado dos EUA, 08 de Jan., 1958, p. 1.

7. Nesta Webster, "Secret Societies and Subversive Movements", p. 385. Concernindo ao Documento Branco Britânico sobre o Comunismo, que incluía o relatório do Representante da Holanda em Petrogrado, Oudendyke, Nesta Webster anexa essa nota de rodapé: "É significante observar que na segunda e resumida edição do Documento Branco publicado pela Secretaria do Exterior esses dois mais importantes passagens marcadas com um asterisco foram omitidas e a primeira edição foi dita estar indisponível."

O texto inteiro do Ministro da Holanda, porém, encontra-se entre o relatório do Departamento de Estado dos EUA mencionado anteriormente,Foreign Relations, 1918, Rússia, publicado em 1931.

8. "British White Paper," Webster, p. 386

9. Ibid.


domingo, 28 de abril de 2013

A origem e o desenvolvimento do alfabeto em nosso planeta



  Diferentes maneiras de transmitir mensagens sempre existiram, seja através de desenhos, 
sinais ou pinturas.  Escrever não requer um alfabeto.  Exemplos incluem a escrita cuneiforme 
dos Sumérios, os hieróglifos dos Egípcios, os ideogramas Chineses e os glifos dos Maias e Astecas.  
A palavra alfabeto deriva do Latim alphabetum, que é formada das primeiras duas letras do 
alfabeto grego – alpha e beta – ambas obtidas das letras Semíticas aleph e beth.  
     No princípio, leitura e escrita eram uma prerrogativa dos sábios, geralmente os 
sacerdotes, que empregavam suas vidas em pouco mais do que se dedicar à escrita.  E com o 
nascimento do alfabeto iniciou-se a democratização do conhecimento, por facilitar imensamente 
a leitura e escrita.

Cuneiforme: a escrita dos Sumérios e Acadianos
     Cuneiforme é a forma de escrita mais velha que se conhece.  Ela foi inventada pelos 
Sumérios que viviam na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, entre o quarto e quinto 
milênios BC.  Esta região é muito importante, pois é aqui que a Bíblia coloca o Jardim do Éden, 
sendo o berço da civilização humana, a qual de acordo com a tradição judaica se iniciou 5760 
anos atrás.  A escrita cuneiforme dos Sumérios foi adotada no meio do terceiro milênio por 
outro povo vivendo na Mesopotâmia, os Acadianos, que a usaram para escrever sua própria língua, 
que era semítica.
     Após a queda do último império sumeriano (em torno de 2.000 BC), a língua sumeriana deixou 
de ser falada e foi substituída por dois dialetos acadianos (semíticos).  O sumeriano se tornou 
uma língua morta, mas permaneceu como a língua dos intelectuais, tal qual o latim na Idade Média.
Escrita egípcia
     A forma mais antiga e mais típica é denominada hieróglifos, que foram sinais de 
significativa importância religiosa – do grego hieros, sagrado, e glyphein, esculpido.  Eles 
começaram como uma escrita de palavras, onde cada sinal representava uma palavra.  Mais 
tarde começou também a representar sons, se tornando uma escrita fonética.  A língua gravada 
em hieróglifos está relacionada ao grupo semítico de línguas.  Os hieróglifos permaneceram 
restritos ao uso na língua egípcia e em seu território.  E os primeiros traços dos hieróglifos 
egípcios datam do início do terceiro milênio (Primeira Dinastia), sendo na Terceira Dinastia 
que esta escrita atingiu sua perfeição, com pouca variação desde então, até que saiu de uso 
no quinto século de nossa era.
Escrita proto-Indiana
     Uma civilização proto-Indiana se desenvolvia na Índia ao mesmo tempo em que as civilizações 
babilônicas e egípcias. Sua escrita é muito difícil de ser decifrada, não havendo até o 
momento conhecimento do seu conteúdo.
Escrita creta
     No terceiro e quarto milênios BC uma civilização avançada e original se desenvolveu em Creta, 
sendo depois totalmente perdida e esquecida.  Sir Arthur Evans fez pela escrita creta o 
que o francês Champollion fez pelos hieróglifos.
Escrita chinesa
     Enquanto os dois grandes sistemas de escrita, cuneiforme e por hieróglifos começavam 
a evoluir, a escrita chinesa estava sendo introduzida.  Esta escrita que data do terceiro milênio 
BC, é altamente importante por ser ainda hoje utilizada na China.  A escrita chinesa evoluiu 
muito pouco, tendo permanecido pictográfica e ideográfica e nunca se tornou fonética.  
Na realidade ela não tem um alfabeto verdadeiro.  Em chinês a palavra é uma espécie de átomo 
irredutível.  Na maioria dos casos ela pode ser verbo, substantivo ou adjetivo.  Há um 
caractere para representar cada palavra, a qual consiste de uma simples sílaba, sendo 
toda palavra monosilábica.
     Até o terceiro século BC, a escrita chinesa consistia principalmente de inscrições em 
cascos de tartaruga, bronze e pedras.  A tinta e papel só tiveram uso a partir do primeiro 
século da nossa era, com os caracteres se tornando mais leves.  A escrita chinesa contém um 
grande número de sinais-palavras ou ideogramas – cinqüenta mil (enquanto os Sumérios tinham 
apenas vinte mil).
Escritas americanas pré-Colombo
     Suas escritas, as quais representam palavras ou símbolos, emergiram em torno do segundo 
século da era cristã e cessaram seu desenvolvimento no décimo sexto século.
Escritas alfabéticas
     Tudo indica que o alfabeto deve ter tido uma única origem, como uma invenção semítica 
do segundo milênio BC, em uma região que hoje cobre Síria, Líbano, Israel, Jordânia e o deserto 
do Sinai.  Apesar da palavra alfabeto ser de origem grega, o princípio por trás dele é muito 
mais antigo.  Para estarmos presentes no seu nascimento é necessário irmos a 1.500 anos BC, 
na região onde somente línguas semíticas eram faladas.  Esta região se localiza entre 
os dois principais sistemas de escrita daquele tempo – os hieróglifos para o oeste, e a 
cuneiforme dos sumérios e acadianos para o leste.
     Cada nação falava um dialeto semítico, cuja estrutura gramatical, sintaxe e vocabulário se 
preserva no Hebreu e Árabe atuais.
Escrita ugarítica
 
     O primeiro alfabeto do qual se tem registro histórico é o ugarítico, surgido no décimo 
quarto século BC na região onde hoje é a Síria, e o qual pertence ao grupo lingüístico 
Canaanita semítico.  Há apenas 30 caracteres, o que faz esta escrita diferente de qualquer 
outro sistema até aquele tempo.  Cada sinal representa apenas uma consoante ou um dos três sons 
vocalizados, a, e e u.  Estamos então frente a um verdadeiro alfabeto de consoantes, com 
uma estrutura similar à que conhecemos atualmente – a, b, c, d, etc.  Mas, não foram os formatos 
destas letras que foram transmitidos aos nossos alfabetos modernos.
Escrita proto-sinaítica
     Ao mesmo tempo em que surgia a escrita ugarítica, também emergia no Egito, a partir 
do sistema que já existia de hieróglifos, a escrita proto-sinaítica.  Este alfabeto foi 
usado para escrever uma linguagem semítica, sem dúvida a linguagem dos trabalhadores 
judeus ou escravos no Egito em um período que corresponde ao fim da escravidão dos judeus e o 
êxodo do Egito, bem como da revelação no Monte Sinai.  A ordem das letras pode ser reconstituída 
para produzir um alfabeto de consoantes semelhante ao alfabeto ugarítico.  Este é o alfabeto 
a partir do qual os alfabetos dos  Canaanitas ou Fenícios (como os gregos os chamavam), 
Aramaicos, Paleo-Hebreus e Hebreus, Gregos e Árabes derivaram, e mais tarde, os alfabetos 
europeus modernos, via Etrusco e Latim.
     Os nomes das letras do alfabeto hebreu ainda se referem às mesmas imagens encontradas nas 
inscrições proto-sinaíticas.  Os nomes das letras ainda continuam a ser “boi”, “casa”, 
“camelo”, “porta”, etc.: aleph, beth, gimmel, daleth ... e assim por diante.  Estes nomes 
hebreus e semíticos podem ser encontrados em canaanita, então em grego na forma de alpha, 
beta, gamma, delta.
     A transformação do proto-sinaítico em proto-hebreu é o resultado de diversos fatores 
complexos.  A descoberta do monoteísmo e a revelação e a doação da lei no Monte Sinai 
introduziu um novo e importante elemento psicológico que pode ter produzido uma profunda 
mudança cultural.  O segundo dos dez mandamentos afirma: você não terá outros deuses exceto 
Eu.  Você não fará imagens, nem representações do que quer que seja que esteja no céu ou na 
terra.  Esta proibição forçou os Semitas, que ainda escreviam sua linguagem em escrita pictográfica, 
a eliminar as imagens.
     Para se fazer o salto do método hieróglifo para o consonantal, do politeísmo ao 
monoteísmo, uma fronteira teve de ser rompida.  Um êxodo foi necessário, e para isto 
necessitou-se de outros povos, os Fenícios e os Aramaicos.  A escrita egípcia era tanto 
pictográfica quanto consonântica.  Quando Akhnaton estava inventando o monoteísmo, os 
hieróglifos estavam em vias de serem destruídos na escrita.
Os hebreus deixaram 
o Egito e receberam as tábuas da Lei no Sinai, a Lei que os permitiu criar uma estrutura social, 
a Lei da qual uma das conseqüências foi o nascimento do alfabeto não pictográfico.  Após 
40 anos vagando pelo deserto, os hebreus atingiram a terra prometida, Canaã.  A conquista pelos 
hebreus influenciou fortemente os Canaanitas que parecem ter adotado a idéia do monoteísmo 
bem rápido.
     Proto-sinaítico, que tinha se tornado proto-hebraico e proto-canaanita ou proto-fenício, 
continuou a evoluir para fenício, então aramaico e seus descendentes: hebreu moderno, árabe, 
e as escritas da Ásia central – mongol, siberiano, armeniano, georgiano – e grego e seus 
descendentes – latim e alfabetos ocidentais, bem como brahmi e seus descendentes – indiano, 
sânscrito, khmer, thai, burmês, javanês, etc.
Escrita árabe
 
     O árabe e o antigo hebreu são as únicas escritas consonânticas ainda em uso.  O árabe se 
espalha como resultado das conquistas islâmicas pelo mundo, e hoje, junto com as línguas latinas, 
é uma das maiores formas de escrita.  O surgimento do alfabeto arábico é típico da 
história da escrita.  Ele se originou com um povo nômade que viajava em caravanas, de 
oásis em oásis, de mercado em mercado, falando uma linguagem sem forma escrita.  O aramaico, 
escrito no alfabeto nabateano, foi gradualmente adaptado pelos árabes até que o alfabeto árabe 
adquiriu sua forma atual.
     O desenvolvimento da escrita árabe introduziu sinais diacríticos que ajudaram a distinguir 
entre letras cujos formatos eram muito parecidos e geravam confusão.  Vocalização foi 
também introduzida.  Três vogais foram expressas na escrita, seis se suas formas longas 
são incluídas.  Como as outras escritas semíticas, o árabe é escrito da direita para a 
esquerda.  Do alfabeto nabateano ele recebeu as ligações que unem a maioria das letras.
Escrita grega
     Os gregos adotaram a escrita fenícia, mas introduziram uma alteração fundamental ao 
criarem representações vocais de sons.  O alfabeto grego estava mais ou menos fixo no oitavo 
século BC, tendo originado todos os alfabetos europeus modernos.

Evolução da imagem ao alfabeto
           Há 3 estágios nesta evolução:
1 – pictográfico – os sinais usados para a comunicação escrita são imagens ou desenhos que 
imitam um evento real o melhor possível.  A escrita cuneiforme se baseava em pinturas, o 
que envolvia um considerável número de sinais ou desenhos, já que se necessitava de 
quase que uma pintura por objeto.
2 – ideográfico – os sinais passaram a expressar além do objeto a idéia de outros fatos ou 
objetos que estivessem relacionados a ele.  Assim, um pé se torna também um símbolo para 
caminhada, verbos ir, caminhar e ficar de pé, p.ex.  Diversos ideogramas podem ser agrupados 
para se obter significados cada vez mais sofisticados.  Assim, cada palavra se torna um poema e 
uma profunda reflexão filosófica.
3 – fonográfico – um novo tipo de sinal se fazia necessário, que pudesse não apenas indicar 
coisas, as realidades extralingüísticas, mas também as realidades internas da língua.  O 
relacionamento inicial entre o sinal e um objeto precisava ser quebrado.  O som do sinal 
inicial seria preservado, mas não continuaria a se referir a uma imagem ou um objeto.  O som 
meramente passaria a representar ele próprio.  A escrita não mais estava reservada para 
se comemorar eventos importantes, mas poderia ser usada para informar e instruir.  Por 
exemplo, no caso do pé, ficaria retido apenas o “p”, onde posso continuar a dar nome ao pé, 
mas que não se refere ao som de pé, nem à sua imagem.  Este princípio, denominado acrofônico, 
deu origem ao sistema de sinais conhecido como alfabeto.

Letra A
     A primeira letra do alfabeto proto-sinaítico representa um boi.  Em acadiano o boi 
é chamado alpu; em fenício, aleph; e em hebreu aleph ou aluph.  Porque o boi?!  Para os 
antigos, ele representava força e energia; a força que movimentava tudo na sociedade, a 
força reprodutiva, a energia econômica, a energia doméstica, a energia na agricultura ...  
Quem poderia fazer todo o trabalho pesado?  Quem poderia mover os veículos?  Se considerarmos 
o quanto a sociedade era dependente da agricultura fica mais fácil entender a importância do 
boi nesta mesma sociedade.  Esta energia primária foi então colocada no início de tudo, e o boi 
se tornou o símbolo inaugural do alfabeto.
     Na fase inicial a imagem do boi representa somente ele próprio – é um pictograma.  A 
imagem é completa, e mostra cabeça e corpo.  Depois, o boi se torna o símbolo de força, vigor, 
energia – temos um ideograma.  Com o evoluir, perceberam que não se necessitava 
usar toda a imagem do boi, que foi sendo reduzida, até que se ficou apenas a cabeça.  A 
representação de um todo com a parte é denominada metonímia.  A transição de um pictograma 
para ideograma contém dois elementos: a redução da imagem e a expansão do significado 
desta imagem – redução icônica e expansão semântica.
     Numa fase posterior ocorre rejeição, proibição e supressão da imagem.  Tudo indica 
que se deu como resultado das novas leis recebidas no Monte Sinai e a proibição de 
se criar representações: a imagem tornou-se impossível, e produziu-se a invenção da 
letra como um sinal mais ou menos abstrato.  Nesta fase, da cabeça do boi apenas se retém 
o traço superior da cabeça e os dois chifres.  Mais tarde ocorre uma rotação de 90º para a 
direita, e a introdução da cabeça dentro dos chifres.  Claro que há grande variação neste 
formato.  Fazendo outra rotação neste formato obtemos o alpha grego e o A latino.

Leituras recomendadas:
. Bíblia Sagrada
. Calvet LJ.  Histoire de l´écriture.  Plon 1996
. Pommier G.  Naissance et renaissance de l´écriture.  PUF 1993

E A bliblia tinha razão, Walter Keller

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Hitler e o motivo insano do ódio aos judeus

Hitler e o motivo insano do odio aos judeus!

retirado do CAPÍTULO II - ANOS DE APRENDIZADO E DE SOFRIMENTO EM VIENA

Vencendo a minha relutância, tentei ler essa espécie de imprensa marxista, mas a repulsa por ela crescia cada vez mais. Esforcei-me por conhecer mais de perto os autores dessa maroteira e verifiquei que, a começar pelos editores, todos eram judeus. Examinei todos os panfletos sociais-democráticos que pude conseguir e, invariavelmente, cheguei à mesma conclusão: todos os editores eram judeus. Tomei nota dos nomes de quase todos os líderes e, na sua grande maioria, eram do "povo escolhido", quer se tratasse de membros do "Reichscrat", de secretários dos sindicatos, de presidentes de associações ou de agitadores de rua. Em todos encontravam-se sempre a mesma sinistra figura do judeu. Os nomes de Austerlitz, David, Adler, Ellenbogen etc., ficarão eternamente na minha memória. Uma coisa tornou-se clara para mim. Os líderes do Partido Social Democrata, com os pequenos elementos do qual eu tinha estado em luta durante meses, eram quase todos pertencentes a uma raça estrangeira, pois para minha satisfação íntima, convenci-me de que o judeu não era alemão. Só então compreendi quais eram os corruptores do povo. Um ano de estadia em Viena tinha sido suficiente para dar-me a certeza de que nenhum trabalhador deveria persistir na teimosia de não se preocupar com a aquisição de um conhecimento mais certo das condições sociais. Pouco a pouco, familiarizei-me com a sua doutrina e dela me utilizava como instrumento para a formação de minhas convicções íntimas. Quase sempre a vitória se decidia para o meu lado. Todo esforço devia ser tentado para salvar as massas, ainda com grandes sacrifícios de tempo e de paciência. Do lado dos judeus nenhuma esperança havia, porém, de libertá-los de um modo de encarar as coisas. Nesse tempo, na minha ingenuidade de jovem, acreditei poder evidenciar os erros da sua doutrina. No pequeno círculo em que agia, esforçava-me, por todos os meios ao meu alcance, por convencê-los da perniciosidade dos erros do marxismo e pensava atingir esse objetivo, mas o contrário é o que acontecia sempre. Parecia que o exame cada vez mais profundo da atuação deletéria das teorias sociais democráticas nas suas aplicações servia apenas para tornar ainda mais firmes as decisões dos judeus.


capitulo iv Munique 
Comecei a considerar, pela primeira vez, que tentativa deveria ser feita para dominar aquela pestilência mundial.     Estudei os móveis, as lutas e os sucessos da legislação especial de Bismarck. Gradualmente o meu estudo me forneceu princípios graníticos para as minhas próprias convicções - tanto que desde então nunca pensei em mudar minhas opiniões pessoais sobre o caso. Fiz também um profundo estudo das ligações do marxismo com o judaísmo.     Se, outrora, em Viena, a Alemanha me tinha dado a impressão de um colosso inabalável, começaram agora entretanto a surgir em mim considerações apreensivas. No meu íntimo eu estava descontente com a política externa da Alemanha, o que revelava ao pequeno circulo que meus conhecidos, bem como com a maneira extremamente leviana, como me parecia, de tratar-se o problema mais importante que havia na Alemanha daquela época - o marxismo. Realmente, eu não podia compreender como se vacilava cegamente ante um perigo cujos efeitos - tendo-se em vista a intenção do marxismo tinham de ser um dia terríveis. Já naquela época eu chamava a atenção, no meio em que vivia, para a frase tranqüilizadora de todos os poltrões de então: "A nós nada nos pode acontecer". Esse pestilento modo de pensar já outrora destruíra um império gigantesco. Por acaso só a Alemanha não estaria sujeita às mesmas leis de tidas as outras comunidades humanas?     Nos anos de 1913 e 1914 manifestei a opinião, em vários círculos, que, em parte, hoje estão filiados ao movimento nacional-socialista, de que o problema futuro da nação alemã devia ser o aniquilamento do marxismo.      Na funesta política de alianças da Alemanha eu via apenas o fruto da ação destruidora dessa doutrina. O pior era que esse veneno destruía quase insensivelmente os fundamentos de uma sadia concepção do Estada e da economia, sem que os por ele atingidos se apercebessem de que a sua maneira de agir, as manifestações da sua vontade já eram uma conseqüência destruidora do marxismo.     A decadência do povo alemão tinha começado há muito tempo, sem que os indivíduos, como acontece freqüentemente, pudessem claramente ver os responsáveis pela mesma. Muitas vezes se tentou procurar um remédio para essa enfermidade, mas confundiam-se os sintomas com a causa. Como ninguém conhecia ou queria conhecer a verdadeira causa do mal-estar da nação, a luta contra o marxismo não passou de um charlatanismo sem eficiência.


http://www.ebah.com.br/content/ABAAAADb0AI/mein-kampf-adolf-hitler

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PALESTINOS X ISRAELENSES A ORIGEM DOS CONFLITOS





A disputa pela Palestina entre os povos tem suas raízes na Antigüidade. A presença judaica na Palestina remonta ao segundo milênio antes de Cristo. Em 635, durante a expansão islâmica, a região da Palestina foi ocupada pelos árabes.
No início da Idade Média, a Palestina pertencia ao Império Romano e era habitada, em sua maioria, por cristãos. No século VII
 a região foi conquistada pelos muçulmanos e, durante os séculos seguintes, o controle da Palestina oscilou entre diferentes grupos até a incorporação da região pelo Império Otomano. Este último começou a se formar no século XII e chegou a ocupar terras na Síria, Egito, Argélia, Bulgária, Sérvia, partes da Grécia, da Hungria, do Irã e da Arábia, além da Turquia.
No século XIX, a maioria dos judeus concentrava-se no Leste Europeu e dedicava-se ao comércio e ao empréstimo de dinheiro a juros. Com o desenvolvimento das burguesias nacionais e da Revolução Industrial, no entanto, os judeus foram responsabilizados pelo desemprego em massa e pela concorrência com as classes dominantes. A partir daí, foram confinados a guetos, sofreram várias perseguições e massacres. O resultado disso foi a emigração para a Europa Ocidental.
Esta situação levou o jornalista judeu Theodor Herzl, em 1896, a criar o movimento sionista, cujo objetivo era estabelecer um lar judeu na Palestina. Este povo começou a colonizar o país e, em 1897, fundou a Organização Sionista Mundial.

Depois da 1ª Guerra Mundial, os países europeus, de olho no petróleo e na posição estratégica da região, passaram a dominar a área. Em 1918, a Inglaterra ficou responsável pela Palestina. Um ano antes, o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Lord Balfour, apoiou a fundação de uma pátria nacional judaica na Palestina. Isto aconteceu ao mesmo tempo em que os ingleses haviam prometido aos árabes a independência em troca de apoio para ajudar a expulsar os turcos da região.
Acreditando nas promessas de Balfour, milhares de judeus foram para a Palestina, compraram terras e se estabeleceram em núcleos cada vez maiores. Neste período, começaram os choques entre judeus e árabes, que assistiam os judeus conquistarem boa parte das terras boas para o cultivo.
Os judeus criaram um exército clandestino (Haganah) para proteger suas terras e, à medida que crescia a emigração judaica para a Palestina, aumentavam os conflitos. Durante a 2ª Guerra Mundial - em função da perseguição alemã -, a emigração judaica para a região aumentou vertiginosamente e a tensão chegou a níveis insuportáveis: os britânicos, na época, tomaram partido dos Aliados e os árabes, do Eixo.
Em 1936, quando os judeus já constituíam 34% da população na Palestina, estourou a primeira revolta árabe. Bases e instalações inglesas foram atacadas e judeus foram assassinados. A Inglaterra esmagou a rebelião e armou 14 mil colonos judeus para que pudessem defender suas colônias.
Pouco tempo depois, a Grã-Bretanha tentou controlar a emigração judaica para a área e, desta vez, os judeus atacaram os ingleses. Em 1946, o quartel-general dos britânicos foi dinamitado e 91 pessoas morreram.

Apesar destes ataques, os judeus conseguiram apoio internacional devido ao Holocausto, que exterminou mais de 6 milhões de judeus. Desde então, os Estados Unidos passaram a pressionar a Inglaterra para liberar a imigração judaica para a Palestina.
Em 1948, os ingleses deixaram a administração da região para a Organização das Nações Unidas que, sob o comando do presidente norte-americano Harry Truman, determinou a divisão da Palestina em duas metades. Os palestinos, que somavam 1.300.00 habitantes, ficaram com 11.500 km2 e os judeus, que eram 700.000, ficaram com um território maior (14.500 km2), apesar de serem em número menor.
Os judeus transformaram suas terras áridas em produtivas, já que era uma sociedade moderna e ligada ao Ocidente, aumentando ainda mais as diferenças econômicas entre judeus e árabes, que sempre tiveram uma filosofia fundamentalista e totalmente contrária ao Ocidente.
Neste mesmo ano, o líder sionista David Bem Gurion proclamou a criação do Estado de Israel. Os palestinos reagiram atacando Jerusalém que, segundo a ONU, deveria ser uma área livre.
Desde então, o Oriente Médio se tornou palco de conflitos entre israelenses e palestinos. O motivo da guerra está muito além das diferenças religiosas, passa pelo controle de fronteiras, de terras e pelo domínio de regiões petrolíferas.






 (Fonte: http://www.cosmo.com.br/redacao_web/oriente/fixas/origem.shtm)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Os Árabes da Palestina


Em 1882 a população da palestina mal chegava a 260.000 habitantes. No entanto, em 1914, esse número tinha dobrado e em 1920 tinha chegado a 600.000. Durante o mandato, o numero crecseu de forma de forma ainda mais excepcional, alcançando 840.000 em 1931 e representando 81% dos habitantes do país. Aproximadamente 75.000 dos árabes eram cristãos, agrupados em grande parte nas áresa urbanas, relativamente alfabetizados e em grande número empregados nos escalões médicos e inferior da administração do mandato. Os árabes muçulmanos a maioria eram muito atrasados. 70% deles viviam da terra, sobretudo nas regiões montonhosas do norte e do centro do país, onde produziam grãos, legumes e verduras, azeite de oliva e tabaco. Um censo em 1922 revelou que um terço dos agricultores árabes eram felás  (felachim) meeiros locadores cujo terrenoi médio raramente passava de 100 dunams (10 há). Interminavelmente endividados com seus proprietários, aos quais pagavam um aluguel de 33 a 50% de sua colheita, viviam com suas famílias de cinco ou mais filhos em cabanas de barro, praticamente não possuíam istalações sanitárias e sofriam cronicamente de disenteria amebiana e bilharziose.
Essas condições submarginais eram ainda assim incomensuravelmente melhores que os árabes mulçumanos de outras partes do Oriente Médio. As estatísticas do crescimento da população eram reveladoras: na Palestina o aumento entre 1922 e 1946 fora 118%, um índice de quase 5 % ao ano e o mais elevado do mundo árabe, com exceção do Egito. Não se tratava de aumentointeiramente natural. Durante esse 24 anos, aproximadamente cem mil árabes entraram no país, provenientes de regiões visinhas. O influxo podia ser atribuído em parte ao governo ordeiro propiciado pelos britânicos; mas muito mais, certamente, às oportunidades econômicas tornadas possíveis pela colonização judaica. A ascensão do Ishuv beneficiou a vida árabe de modo indireto, pela desproporcional contribuição judaica à receita do governo e , assim, pelo aumento dos gastos do mandato no setor árabe; e de modo direto, pela abertura de novos mercados para a produção árabe e até a guerra civil de 1936 novas oportunidades de emprego para a mão de obra árabe. Era significativo, por exemplo, que movomento de árabes na própria Palestina fosse em grande parte para regiões de concentração judaica. Assim, o aumento da população árabe durante a década de 1930 foi de 87% em Haifa, 61% em Jafa, 37% em Jerusalem. Crasimento semelhante foi registrado em localidades árabes situadas perto das aldeias agrícolas judaicas. O aumento de 25% da participação árabe na industria podia ser atribuídos exclusivamente às necessidades da grande imigração judaica.
Mas nas décadas de 1920 e 1930 simplesmente não permitiram relações toleráveis e afáveis. Durante o regime militar, os generais A-Lemby, Money e Bols foram abartamente hostis ao sionismo, temendo a influencia potencialmente desintegradora do Lar Nacional Judaico. A Palestina. Portanto até maio de 1920, nenhuma referencia britânica oficial à declaração Balfour circulou na Palestina. Os oficiais britânicos também atuaram na fundação da Associação Mulçumao-Cristão, a primeira organização, pós guerra na Palestina. Mesmo durante o governo civil de Samuel, diversos funcionário importantes permaneceram inflexíveis contrários ao Lar nacional Judaico. Entre estes estavao coronal Ernesto Richmond, o secretário chefe assistente do departamento político”Em questão relativa à participação dos árabes no conselho legislativo então planejado” admitiu Raghib Bey AL Nashashibi, em 1923, “ o alto comissário é guiado pelo conselho de Richmind, que torna impossível qualquer cooperação com os judeus”
Em vária ocasiões, a oposição britânica topedeou promissoras discussões conjuntas entre líderes judeus e árabes. Nos primeiros meses de 1922, por exemplo, uma série de encontros não oficiais entre árabes e sionistas ocorreu no Cairo. deles participaram, do lado árabe, destacados nacionalestas sírios, entre os quais o xeque Rashid Rida, presidente do comitê central do Partido Unido Sírio, Rias al Sulh, que viria a ser primeiro ministro do Líbano, e Emile Ghori, editor palestino do al- Ahram, o principal jornal egípcio. Representando os judeus estavam o Dr. Montague Davis Eder, e da executiva sionista Asher Sapir, um homem com grandes ligações no mundo arabe. Em cada discussão eram trocadas as amenidades usuais, as respostas referencias a um "ressurgimento semitico comum" no Oriente Médio. na coferencia inicial, em 18 de março, os arabes renovaram sua propostas de janeiro de 1919. Uma delas para que os judeus cooperassem com os arabes na expulsão dos franceses na Siria. Outra, para que os sionistas repudiassema declaração Balford e tratassem diretamente com os arabes. de "Nação para Nação". a aceitação da s proposta seria seriamente perturbadora para Londres. O Lar nacional Judaico dependente de acordo com os arabes e não com da proteção britanica. Tomando conhecimento desse oferecido, o ministério das Colônias pediu aos sionistas QUE POSTERGASESEM OUTRAS DISCUSSÕES ATÉ QUE O MANDATO FOSSE RATIFICADO. Os judeus aquieceram. Os encontros arabes-judaicos foram retomados, no entanto em abril de 1922 e logo pareciam dar frutos. Um resumo declerava que cada lado cooperaria ativamente com o outro. Os judeus prometeram fornecer a seus visinhos arabes auxilio economico e politico, enquanto os arabes se comprometiram a cessar toda propaganda anti-sionista e criar uma comissão mista cristã- mulçumana- judaica na Palestina. Mais importante foram os acordos futuros tratos entre judeus e arabes não mais relacionados a Declaração Balfour ou no mandato, enquanto os arabes por sua vez não invocariam a carta de Hussein de 1915 em negociação com os judeus. O presidente sionista e primeiro presidente de Israel aprovou a resolução arabe. OS BRITANICOS NÃO APROVARAM! Mais uma vez o ministerio das colonias mandou interromper as discuções e as negociações "nação para nação" Os futuros encontros entre Weizmann e Sa"ad Zaghlul Paxa, lider nacionalista egípcio e o emir Abdullah da palestina do Leste a Jordania, foram sumariamente canceladas pelos britanicos. Não haveria acordo entre arabes e judeus independente do poder do mandato.